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Os três Polos para o Desenvolvimento de Fitomedicamentos são resultado do Projeto Rotas da Biodiversidade, uma parceria bem-sucedida entre o Ministério de Desenvolvimento Regional (MDR), o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e as RedesFito/Fiocruz. Os Polos foram organizados no período entre 11/2018 e 03/2019.

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O Rotas da Biodiversidade tem como objetivo a coordenação de ações públicas e privadas, da cadeia produtiva de plantas medicinais e fitomedicamentos através de projetos, que serão desenvolvidos, durante o ano de 2019, em Arranjos Ecoprodutivos Locais (AEPLs), atuando em parceria com as RedesFito, através dos Núcleos das Redes instituídos nestes territórios.

O Polo Juá-Caatinga, em Campina Grande-PB, foi implementado (11/2018) através de uma oficina, que reuniu representantes do Instituto Nacional do Semiárido; da Fiocruz-MS; do Ministério do Meio Ambiente; do Ministério da Integração Nacional; do Movimento de Articulação do Semiárido; do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações;  de institutos de pesquisa e das comunidades tradicionais.

A primeira etapa da estruturação do Polo será a construção de um Banco de Dados Organizacional, que permitirá um mapeamento amplo, integrando produtores e instituições da cadeia ecoprodutiva de fitomedicamentos da Caatinga. Esta ação dará início a uma estrutura de beneficiamento primário das drogas vegetais padronizadas para fornecimento às indústrias de produção das matérias primas fitoterápicas.

O banco de dados integrado reunirá informações sobre a produção dos fitomedicamentos, informações técnicas das plantas do Bioma Caatinga e os aspectos econômicos ao longo da cadeia ecoprodutiva do fitomedicamento (custos de produção de mudas, da biomassa vegetal, da padronização química e farmacológica/toxicológica não clínicas do desenvolvimento farmacotécnico e tecnológico, pesquisa clínica e comercialização).

 

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O Polo Biriba, no extremo Sul da Bahia, foi estruturado (03/2019) de forma participativa com diversos atores: universidades, instituições de ensino e pesquisa, agricultores locais, com o objetivo de oferecer, subsídio e fortalecimento da cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos, em comunidades rurais do Bioma Mata Atlântica.

O projeto de trabalho para o Polo pretende realizar um sistema sustentável de cultivo de plantas medicinais nativas, minimizando os impactos ao ecossistema, resultando na manutenção e ampliação da biodiversidade local. O projeto busca, também, o cultivo de outras espécies adaptadas à região e que possuam mercado. Esta ação vai possibilitar a agregação de valor e geração de renda para os agricultores familiares das comunidades envolvidas, tanto pela diversificação da comercialização, incluindo mudas de espécies medicinais, como pelos produtos que serão desenvolvidos. A proposta ainda contempla o apoio na comercialização e na melhoria da qualidade dos produtos.

 

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O Polo Aroeirinha busca fomentar a estruturação e o desenvolvimento da cadeia produtiva de plantas medicinais, insumos farmacêuticos, fitoterápicos e fitomedicamentos nas regiões que compreendem o Recôncavo, Baixo Sul e Sul da Bahia, priorizando o uso de plantas nativas e adaptadas do Bioma Mata Atlântica.

Para este Polo, foi construído coletivamente (03/2019) um projeto com ações envolvendo a elaboração de um banco de dados a partir do mapeamento da cadeia produtiva de plantas medicinais, insumos farmacêuticos, fitoterápicos e fitomedicamentos daquela região e a estruturação de duas unidades de produção e beneficiamento.

O Aroeirinha, na Mata Atlântica, é composto por instituições de ensino, pesquisa e inovação tecnológica, organizações comunitárias, organizações não governamentais, empresas, órgãos governamentais municipais, estaduais e federais distribuídos em 19 municípios baianos. O Polo conta, também, com a participação de universidades e instituições públicas de ensino e pesquisa que possuem em seu histórico trabalhos direcionados à produção e beneficiamento de plantas medicinais nativas e adaptadas.

Estes são exemplos concretos dos benefícios do mapeamento e da articulação dos atores dos Arranjos Eco Produtivos Locais promovidos pelas RedesFito, através dos seus GT/Núcleos constituídos nos diferentes biomas brasileiros. Através da obtenção de financiamento é possível a estruturação de cadeias produtivas no nível local, dando materialidade às ações das RedesFito no território.                                               

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