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Missão e Visão

Atuar para a promoção da inovação em medicamentos da biodiversidade, considerando que medicamentos da biodiversidade são os que se originam da totalidade dos genes, espécies e ecossistemas de cada região.

A Rede trabalha prioritariamente a biodiversidade vegetal e se estruturou a partir dos principais biomas brasileiros, a partir de Arranjos Ecoprodutivos Locais (AEPLs).

Amazônia

Amazônia

A RedeFito Amazônia conta com seis AEPLs mapeados e identificados, contando com parceiros estratégicos para potenciais projetos de inovação. A RedeFito Amazônia possui caráter diferenciado por atrair interesse de diversos setores devido a sua rica biodiversidade.
Caatinga

Caatinga

A estrutura da RedeFito Caatinga conta com cinco AEPLs, alguns deles com projetos de extrema relevância para a sustentabilidade sócio-ambiental, para o aquecimento das economias locais e para o desenvolvimento tecnológico em medicamentos da biodiversidade.
Cerrado

Cerrado

A RedeFito Cerrado conta com dezenas de parceiros que compõem a cadeia produtiva de medicamentos da biodiversidade. Nela estão identificados seis AEPLs dentre projetos em desenvolvimento ou com potencial de articulação.
Mata Atlântica

Mata Atlântica

A partir do trabalho colaborativo da equipe das RedesFito no bioma, foram identificados aproximadamente 13 AEPLs relacionados à produção e inovação em medicamentos da biodiversidade.
Pampa

Pampa

A RedeFito Pampa conta com a integração de diversos atores e instituições no estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Discute-se a possibilidade de integração de parte da RedeFito Pampa ao bioma da Mata Atlântica.
Pantanal

Pantanal

A RedeFito Pantanal conta com dezenas de atores estratégicos na região, dentre órgãos técnicos, universidades, órgãos de governo, associações de produtores agrícolas, associações médicas e farmacêuticas, entre outros, presentes nos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul.
  • Amazônia

    Amazônia

    A RedeFito Amazônia conta com seis AEPLs mapeados e identificados, contando com parceiros estratégicos para potenciais projetos de inovação. A RedeFito Amazônia possui caráter diferenciado por atrair interesse de diversos setores devido a sua rica biodiversidade.
  • Caatinga

    Caatinga

    A estrutura da RedeFito Caatinga conta com cinco AEPLs, alguns deles com projetos de extrema relevância para a sustentabilidade sócio-ambiental, para o aquecimento das economias locais e para o desenvolvimento tecnológico em medicamentos da biodiversidade.
  • Cerrado

    Cerrado

    A RedeFito Cerrado conta com dezenas de parceiros que compõem a cadeia produtiva de medicamentos da biodiversidade. Nela estão identificados seis AEPLs dentre projetos em desenvolvimento ou com potencial de articulação.
  • Mata Atlântica

    Mata Atlântica

    A partir do trabalho colaborativo da equipe das RedesFito no bioma, foram identificados aproximadamente 13 AEPLs relacionados à produção e inovação em medicamentos da biodiversidade.
  • Pampa

    Pampa

    A RedeFito Pampa conta com a integração de diversos atores e instituições no estado do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Discute-se a possibilidade de integração de parte da RedeFito Pampa ao bioma da Mata Atlântica.
  • Pantanal

    Pantanal

    A RedeFito Pantanal conta com dezenas de atores estratégicos na região, dentre órgãos técnicos, universidades, órgãos de governo, associações de produtores agrícolas, associações médicas e farmacêuticas, entre outros, presentes nos estados do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul.

    As RedesFito foram criadas com a finalidade de promover o uso sustentável da biodiversidade brasileira para o desenvolvimento de medicamentos de origem vegetal, conforme a Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (Decreto nº. 5.813, de 22 de junho de 2006). O Sistema Nacional das Redes de Inovação em Medicamentos da Biodiversidade (SNRF) originou-se como projeto durante o 4º Seminário do Núcleo de Gestão em Biodiversidade e Saúde (NGBS), no ano de 2009 e foi ratificado por meio da Portaria nº 021 de 30/08/2010 de Farmanguinhos/Fiocruz. A partir do ano de 2019, o NGBS tornou-se Centro de Inovação em Biodiversidade e Saúde (CIBS). 

    O SNRF foi idealizado para contribuir com a implantação das políticas de Ciência Tecnologia e Inovação (CT&I) que se relacionam com inovação em medicamentos a partir da biodiversidade brasileira. A organização deste sistema representa uma forma adequada para a gestão do conhecimento apoiada nos conceitos teóricos que definem a inovação como um sistema social e dinâmico.

    Na prática, as RedesFito ocorrem onde existe a ação de diferentes atores, organizados de forma cooperativa para desenvolver a inovação em medicamentos da biodiversidade em cada região brasileira. Elas estão organizadas em Arranjos Ecoprodutivos Locais (AEPLs) abrangendo os biomas: Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal.

    Integram as Redes as Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), as empresas, o setor agrícola, o governo, as fundações, entre outros. Assim as redes, em conjunto com os seus parceiros, oferecem serviços e produtos nos biomas brasileiros. Além de contribuir na discussão de políticas públicas e na implementação de ações e projetos estruturantes, baseados na construção de um modelo colaborativo de gestão bottom-up em rede.

    As RedesFito difundem conhecimento através da organização de reuniões, workshops, seminários, simpósios, congressos e encontros locais, regionais, nacionais e internacionais, além de apoiarem a elaboração e/ou desenvolvimento de propostas de projetos de desenvolvimento de plantas medicinais e medicamentos fitoterápicos para diversos editais, como por exemplo, do Departamento de Assistência Farmacêutica (DAF) do Ministério da Saúde- MS.

    Como funciona

    O sistema reúne redes nos principais biomas brasileiros, formadas por integrantes das áreas acadêmica, tecnológica, empresarial, governo, agrícola e terceiro setor. Atualmente, as RedesFito se reorganizam através da identificação, por todo o Brasil, de Arranjos Ecoprodutivos Locais (AEPLs), comprometidos com projetos estruturantes para a inovação de medicamentos da biodiversidade. O SNRF considera que, é nos AEPLs onde acontece a sinapse do conhecimento, relacionado não só as plantas, mas a biodiversidade e a sociobiodiversidade, observando o homem dentro da natureza e como ele lida com o espaço, assumindo características particulares a cada bioma.

    As RedesFito ocorrem onde existe a ação, reunindo os atores e organizando as etapas do desenvolvimento de medicamentos da biodiversidade. Assim as redes, em conjunto com os seus parceiros, oferecem serviços e produtos nos biomas brasileiros, além de contribuir na discussão de políticas públicas e na implementação de ações e projetos, baseados na construção de um modelo colaborativo, inovando enquanto organização.

    As RedesFito não se caracterizam como acadêmica ou industrial e sim como uma rede de conhecimento, voltada para a inovação em medicamentos da biodiversidade. Hoje a rede se encontra organizada de forma mais leve, menos burocrática e funciona basicamente, através da comunicação entre o Escritório de Gestão e os diversos AEPLs.

    Para facilitar a gestão, difusão e comunicação entre seus múltiplos atores e a sociedade, as RedesFito desenvolveram o portal eletrônico RedesFito que reúne de forma interativa informações, conteúdos e conhecimentos relacionados à inovação em medicamentos da biodiversidade. O informativo mensal RedesFito em Foco atualiza os atores com as principais ações realizadas no âmbito das redes.

    diagrama AEPL

    Fale com a RedesFito

    • Endereço postal: Av. Comandante Guaranys, 447 - Jacarepaguá - Rio de Janeiro/RJ - Brasil / Cep: 22775-903
    • Telefone: +55 (21) 3348-5359

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